Ptose congênita: causas, sintomas e tratamento

Ptose congênita: causas, sintomas e tratamento

ptose congenita bebe

A ptose congênita é uma condição que causa a queda da pálpebra desde o nascimento, podendo afetar tanto a estética quanto a visão do paciente. Quando não tratada adequadamente, pode impactar o desenvolvimento ocular e a qualidade de vida.

Neste conteúdo, você conhecerá as causas, os sintomas e as opções de tratamento para a ptose congênita, além de entender como especialistas, como a Dra. Juliana Carrion, avaliam e orientam a melhor abordagem para cada caso.

O que é ptose congênita?

A ptose congênita é caracterizada pela queda da pálpebra superior desde o nascimento, decorrente do desenvolvimento inadequado do músculo elevador da pálpebra. Essa alteração pode afetar um ou ambos os olhos, variando em intensidade.

Nos casos mais graves, a pálpebra caída pode obstruir parcialmente ou completamente o campo de visão, prejudicando o desenvolvimento visual da criança. Sem o tratamento adequado, surgem complicações como ambliopia (olho preguiçoso) e estrabismo, o que torna essencial o acompanhamento oftalmológico desde os primeiros meses de vida.

Diferença entre ptose congênita e ptose adquirida

A ptose congênita está presente desde o nascimento, sendo causada pelo desenvolvimento inadequado do músculo elevador da pálpebra. Quando não tratada no momento adequado, pode afetar diretamente a visão e o desenvolvimento ocular da criança.

pálpebras rugas

Já a ptose adquirida surge ao longo da vida, geralmente devido ao envelhecimento, traumas ou doenças neuromusculares (como a miastenia grave). Nesse caso, o grau de queda da pálpebra varia conforme a causa, e o tratamento é ajustado conforme a origem e gravidade da condição.

Causas e fatores de risco da condição

A principal causa da ptose congênita é o desenvolvimento inadequado do músculo elevador da pálpebra, responsável por levantar a pálpebra superior. Quando esse músculo não se desenvolve adequadamente, ocorre a queda da pálpebra.

Além disso, a influência genética desempenha um papel significativo, sendo a condição frequentemente hereditária. Em casos menos comuns, anomalias cromossômicas ou outras condições de desenvolvimento podem contribuir para o surgimento da ptose congênita.

Condições associadas, como estrabismo e ambliopia, podem ocorrer devido à interferência na visão causada pela pálpebra caída, reforçando a importância do diagnóstico precoce e acompanhamento contínuo.

Sintomas e diagnóstico

Sintomas clínicos da ptose congênita. Os principais sintomas incluem:

  • Queda da pálpebra superior, que pode ser leve ou grave, comprometendo a visão.
  • Dificuldade para abrir o olho completamente, causando impacto na visão normal.
  • Inclinação da cabeça, com a criança tentando melhorar a visão ao inclinar a cabeça.
  • Esforço ocular, com movimentos excessivos para tentar levantar a pálpebra.
  • Ambliopia (olho preguiçoso) em casos graves, quando a visão não se desenvolve corretamente.

Exames para avaliação oftalmológica

O oftalmologista realiza uma série de exames para confirmar o diagnóstico e avaliar a gravidade da condição. Exames comuns incluem a avaliação da posição da pálpebra em repouso e em movimento, além de testes de campo visual.

Exames adicionais, como retinografia e biomicroscopia, podem ser solicitados para verificar a presença de complicações associadas, como ambliopia ou estrabismo.

ptose palpebra

Tratamento e correção da ptose congênita

A cirurgia é o principal tratamento para casos moderados e graves de ptose congênita, especialmente quando a queda da pálpebra compromete a visão. O objetivo é restaurar a função da pálpebra e prevenir complicações oculares.

Suspensão frontal para casos graves

Nos casos mais graves, a suspensão frontal é realizada utilizando os músculos da testa para ajudar a abrir a pálpebra. Essa técnica é indicada quando o músculo elevador não tem função suficiente para levantar a pálpebra adequadamente.

Ressecção do músculo elevador

Quando há alguma função preservada no músculo elevador, pode-se realizar a ressecção do músculo. Nesse procedimento, o músculo é encurtado para melhorar a capacidade de levantar a pálpebra.

Blefaroplastia

A blefaroplastia é indicada para casos com excesso de pele nas pálpebras, ajustando a simetria e melhorando a aparência, especialmente quando realizada em conjunto com outros tratamentos.

Cuidados relacionados a ptose congênita

Após a cirurgia, é fundamental seguir cuidados no pós-operatório, como evitar esforços físicos excessivos, manter a área limpa e protegida, e usar os medicamentos prescritos. É importante também monitorar sinais de infecção, como vermelhidão ou secreção.

O acompanhamento oftalmológico contínuo é essencial para garantir que a recuperação esteja ocorrendo corretamente. Consultas regulares ao oftalmologista permitem avaliar o progresso da visão e identificar possíveis complicações precocemente, assegurando a saúde ocular da criança.

A ptose congênita pode comprometer a visão e a qualidade de vida quando não é tratada corretamente. Se você identificou a queda da pálpebra desde o nascimento ou tem dúvidas sobre essa condição, clique aqui para agendar uma consulta com a Dra. Juliana Carrion e receber uma avaliação especializada.

  • blefaroplastia
  • cirurgia

Posts relacionados

palpebra-dolorida-blefaroplastia-pode-ajudar

Pálpebra dolorida? Saiba as causas e como a blefaroplastia pode ajudar

olhar assimetrico blefaroplastia

Olhar assimétrico: como o lifting de supercílios e a blefaroplastia podem corrigir o problema.

Cantopexia e lifting de supercílios: quais as diferenças e como escolher o procedimento ideal?

agendar

Reserve um horário para se cuidar

Seja você a sua prioridade! Cuide da sua saúde, beleza e autoestima. Agende uma consulta com facilidade pelo WhatsApp.